segunda-feira, junho 16, 2014

Godzilla Por Kary Kiss





Como todo ser ávido por grandes catástrofes relatadas no cinema, e seres super fantasiosos me rendi dentre tantas escolhas em cartaz e fui assistir a Godzilla.

O que falar sobre?Que deixou muito a desejar, para aqueles que assistiram a edição de 1998 com Matthew Broderick no qual carregou muitos de nós ao fascínio da destruição, pânico e adrenalina carregadas nos corredores de Manhattan e NY city. Esta versão, mais adepta ao original japonês de 1954 no qual fica quase nítido a manipulação de bonecos e jogo de imagens em maquetes ao invés de grandes efeitos majestosos de estúdio, perde muito ao que nos trás a aflição de uma invasão desse ser monstruoso.

Sabemos que a hegemonia das forças armadas americana sempre se coloca como vitoriosa nessas catástrofes, até mesmo em um enlatado como esse, porém o que vemos no filme, é que nem mesmo o exército americano escapou da fotografia maquiada em cena.

O monstro em questão, idealizado como um resquício de uma bomba nuclear, no qual atrai cada vez mais energia a ponto de explodir e se manifestar em uma nítida destruição da cidade realizada, perde muito em conteúdo e qualidade de imagem.

Da impressão de que utilizaram o mesmo esqueleto de Transformers, dos seres de Thor e de outros filmes para montar o monstro Godzilla. Para quem é fã do original japonês ou de filmes de heroísmo não vá, pois irá se decepcionar na certa.